O "R" entrou na minha vida aos trambolhões. Acho que nunca o tinha visto, não fomos apresentados, não fazia a mais pequena ideia de quem era aquela personagem.
Eu na altura tinha namorado, ocupado e muitas vezes ausente mas tinha namorado. O "R" cantou-me a canção do bandido e eu caí... deixei o namorado-ausente por um namorado-super-presente-com-todo-o-tempo-do-mundo.
O "R" tem aquele ar de homem que não quer crescer. Tem 30 e picos anos e continua um puto. Começou um curso que não terminou, a paixão da música não o ia levar longe e tinha um emprego enfim...
O namoro durou 6 meses... foi o mais curto da história da minha vida... tudo por causa dos ciumes (se não fosse pelos ciumes acabava na mesma, mais cedo ou mais tarde).
Ainda hoje me arrependo de ter deixado o namorado-ausente-mas-que-eu-amava-e-me-amava pelo namorado-presente-e-ciumento.
Hoje, depois de nunca mais lhe ter posto a vista em cima ou sequer falar com ele veio meter conversa comigo... "Olá, tudo bem? desculpa incomodar mas preciso de te fazer uma pergunta. Porque é que não ficámos amigos?".
E eu pensei "Porque não te posso nem ver à frente! porque por tua causa deixei uma pessoa que amava e que me amava e tu reveláste-te um ser estúpido e egoísta com ciúmes doentios! Porque deste cabo da minha vida! Porque és uma criança ciumenta!".
Pensei "Calma, ele não tem culpa das tuas más escolhas" e então disse: "Porque nunca mais apareces-te e eu também não pensei mais no assunto..."
Conclusão: O meu trabalho interior para rambo de malvadez está muito longe de estar concluído...
O pior é que da próxima vez que o vir de certeza que ele vem falar comigo... só eu...
=(
ResponderEliminarMas se calhar se nao tivesses deixado o namorado-ausente, ias ficar sempre a pensar como teria sido se tivesses deixado. Não é sempre assim?
ResponderEliminarGosto muito do teu blog, vou adiciona-lo ;) **